• Como Criar Marketing Automation sem perder a Humanidade?

Como criar Marketing Automation sem perder a Humanidade?

Agora que se aproxima mais um Smart Marketing INSPIRED Workshop, desta feita em Lisboa e Porto, convém reflectir sobre o que significa automatizar o nosso Marketing sem perder aquilo que faz de nós humanos e que ultimamente faz sentido numa transação. O factor humano.

Porque é que o termo Marketing Automation tem uma conotação tão negativa quando apresentamos a mesma no mercado? Posso recordar duas ou três razões para tal, mas basicamente porque o que temos visto aplicado não está nem de perto nem de longe bem implementado.

Ainda há poucos dias, o Gary Vaynerchuck tinha publicado que não gosta desse termo precisamente porque pressupõe a não ligação humana. Numa marca que quer criar uma relação duradoura com a sua audiência tem que existir essa ligação humana. Uma pessoa não consegue criar uma relação com uma marca. Isso é impessoal. Uma pessoa cria relação com as experiências que obteve dessa marca normalmente através das pessoas com as quais interagiu.

Mas o Marketing Automation quando bem executado não substitui as pessoas por robôs. Apenas maximiza o alcance dos seus colaboradores de forma a conseguir chegar a muito mais pessoas com os mesmos recursos. No fundo, agiliza processos de outra forma sistemáticos e aborrecidos de forma automática para deixar livres os seus colaboradores para as tarefas que realmente necessitam daquela atenção humana.

Isso é tudo muito bonito, mas como pode uma automatização não parecer que estamos a falar com um bot?

Marketing Automation sem ser um Bot

Na verdade não é tão complicado. Vou-lhe dar um exemplo:

O João chegou ao seu site vindo de uma campanha que viu sobre uma promoção de subscrição de canais de televisão. Quando chega na Landing-Page de promoção, tem muito mais informação sobre esse plano e interessa-lhe. Então, coloca o seu endereço de e-mail e telefone para ser contactado. Aqui existem formas diferentes de abordagem. Uma delas é receber logo um e-mail personalizado com os dados que introduziu mas proveniente de um determinado account que lhe foi destinado pelo sistema. Portanto, não se trata de um e-mail como tantos outros. Aqui, para além dos contactos imediatos do account ainda tem mais informação e Links para tirar dúvidas.

Posteriormente é contactado por esse mesmo account por telefone para tirar mais questões que possa ainda ter sobre o serviço. Tendo aceite o plano, o account simplesmente emite um e-mail personalizado mas automático com toda a informação para fechar o negócio. Caso não tenha aceite o plano, envia outra mensagem automática, personalizada com técnicas de cross-selling ou simplesmente entra numa estratégia de long-tail conversion.

Isto é apenas o roçar de uma pequena automatização. O que eu quero apenas reforçar é que apesar de se utilizar muito automatismo, o factor humano deve estar presente em certos processos da equação. Por vezes o departamento comercial e/ou de Marketing prefere automatizar o máximo possível. No entanto, há que pensar sempre no benefício para o cliente.

Espero que tenha tido pelo menos uma ideia como existem muitos mitos infundados pelo Marketing Automation. Esta semana vamos ter profissionais experientes que o fazem todos os dias e portanto são certamente as melhores pessoas para o iniciar nestas práticas. Mesmo para os mais experientes há sempre algo que podemos aprender com quem lida com estas matérias todos os dias.

Se o tema lhe interessa, venha ter connosco em Lisboa ou no Porto e certamente sairá com uma experiência mais rica.

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By |2016-12-14T16:39:47+00:00Junho 14th, 2015|Marketing Automation, Marketing Digital|

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Depois de ter estado no lançamento da equipa que originou a maior base de dados de Permission Email Marketing em língua Portuguesa e Espanhola, Rui Nunes lançou várias empresas ligadas ao Marketing Digital.

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