A visão de Miguel Simões, Partner e CEO da LOLA MullenLowe, sobre o data driven marketing
A Markedu contactou vários especialistas de marketing, publicidade e comunicação, com o intuito de obter um parecer sobre o estado do email & data driven marketing em Portugal.
> Pode conhecer outras opiniões e entrevistas desta série aqui:
- Actionable data, Learnings e A/B testing – Entrevista com Anatólio Nobre
- Anunciantes estão cada vez mais conscientes e a valorizar o Data Driven Marketing” afirma Daniel Tavares
“O principal desafio das marcas portuguesas é ganhar escala através da conquista de clientes em mercados de maior dimensão e mais competitivos”
Miguel Simões, Partner e CEO da LOLA (Mullen Lowe Group), respondeu à Markedu sobre a visão que aporta sobre o data driven marketing, a partir do seu centro de operações em Madrid.
Por ventura nota que entre os seus clientes se vive uma crescente consciencialização das oportunidades que o data driven marketing trazem? Será que esse interesse pode aumentar de forma significativa a curto prazo?
Sim, vejo um interesse crescente por parte dos clientes e prevejo que esse interesse continuará a aumentar.
Até que ponto considera que a sua agência está pronta para responder às necessidades dos clientes com serviços de marketing data driven?
Ainda não está suficientemente preparada.
Quando pensa no targeting e re-targeting do data driven, até que ponto diria que os anunciantes portugueses – de um modo geral – despertaram para as possibilidades destes “micro-segmentos” e “micro-momentos”?
Creio que o nosso país é demasiado pequeno para que os anunciantes portugueses valorizem tanto esse targeting e re-targeting do data driven. E estou em crer que essa tendência é mais significativa para clientes regionais ou países com um número de habitantes superior ao nosso.
Que desafios urgentes enfrentam as marcas portuguesas, de modo a ser possível alavancar as estratégias de data driven marketing quer este ano, quer nos próximos anos?
O principal desafio das marcas portuguesas é ganhar escala através da conquista de clientes em mercados de maior dimensão e mais competitivos. As empresas portuguesas competem cada vez mais à escala internacional e têm de ser competitivas a essa escala para ganharem massa crítica.
Gostou deste artigo? Se tiver alguma sugestão ou comentário, utilize a ferramenta de comentários desta página. Caso ainda não seja subscritor da newsletter da Markedu, pode fazê-lo aqui.
Partilhe o artigo com os seus amigos e colegas nas redes sociais
Leave A Comment